Cumprimentos do Dr. Luiz Soares Dulci - Ministro de Estado Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República - Brasíliasexta-feira, 29 de maio de 2009
TELEGRAMAS RECEBIDOS
Cumprimentos do Dr. Luiz Soares Dulci - Ministro de Estado Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República - Brasíliaquinta-feira, 28 de maio de 2009
Título DOUTORA HONORIS CAUSA

A Presidente Fundadora da Academia de Letras do Brasil-Mariana-MG, ANDRÉIA APARECIDA SILVA DONADON LEAL, recebe título de Doutora Honoris Causa - da sede internacional da Academia de Letras do Brasil- Instituição de Cultura, Formação Superior e Pós-Graduação, Internacionalmente Constituída.
O título foi concedido em reconhecimento a sua produção Univérsica, Filósofo,Literária de efeitos e repercussões Internacionais.
terça-feira, 26 de maio de 2009
ACADEMIA DE LETRAS DO BRASIL-MARIANA-MG apresenta: HEBE RÔLA
Dona Hebe com Diploma Irmã Dulce - Personalidade Feminina 2007Homenagem de Hebe Rôla
Pai, vamos agradecer:
Pai, vamos agradecer:
você é o sino grande,
a mãe é o médio;
eu sou o pequenino!
O Bem-te-sino
ACADEMIA DE LETRAS DO BRASIL-MARIANA-MG APRESENTA: HEBE MARIA RÔLA SANTOS
Cadeira n° 05 da Academia de Letras do Brasil – Mariana, cujo patrono é ALPHONSUS DE GUIMARAENS, será ocupada pela professora Emérita da UFOF, HEBE MARIA RÔLA SANTOS.
Licenciada em Língua Portuguesa, Língua Francesa e Especialista em Leitura e Produção de Textos.Professora Emérita da Universidade Federal de Ouro Preto – UFOP.
I - Projetos desenvolvidos
Projetos de Extensão da UFOP: Contadores de causos e histórias; Toques e Repiques; Vivência e Processos Mnemônicos na terceira idade; Projeto Língua portuguesa através da música e da Contação de Histórias nas escolas estaduais e municipais da Região dos Inconfidentes – Minas Gerais; Academia Infanto-Juvenil de Letras e Artes de Mariana – MG; Curso de iniciação ao teatro, Criadora e promotora do “Cantando Alphonsus”, em parceria como Museu casa Alphonsus de Guimaraens.
Outros: Alfabetização e Letramento através do Canto – E. E. Santa Godoy – Mariana – MG e É Preciso Ler – destinado aos alunos de 5ª série com dificuldade de leitura - E.E. Professor Soares Ferreira – Mariana- MG
II - Pesquisas
Pesquisadora do folclore, especialmente: personagens, cantigas, linguagem dos sinos de Mariana e Ouro Preto, histórias, parlendas e causos da Região dos Inconfidentes.
III - Publicações
Autora do livro o Bem-te-Sino . Co-autora da obra Aldravismo. Co-autora da obra O Dia de Minas; ; Co- autora da obra Mãos de Mariana e Publicações mensais no Jornal Aldrava Letras e Artes. No prelo: Cadê o Gato
IV - Consultoria
Entoados – Glossário e DVD sobre o toque dos sinos das cidades mineiras
V - Honrarias
Medalha do Dia de Minas – Governo do Estado de Minas Gerais
Comenda Padre Avelar – Câmara Municipal de Mariana
Medalha Cláudio Manoel da Costa – Centro de Ensino Feral Tecnológico – Ouro Preto – MG
Comenda Irmã Dulce – Personalidade Feminina Nacional pelo Instituto Brasileiro de Culturas Internacionais na Confederação das Academias de Letras e Artes do Brasil – Rio de Janeiro.
VI – Trabalho SocialPresidente das Voluntárias das Obras Sociais Monsenhor Horta, por 10 anos, coordenando atividades e desenvolvendo projetos no Hospital Monsenhor Horta, na creche Casinha de Nazaré e no Lar Santa Maria – Mariana - MG
sábado, 23 de maio de 2009
Academia de Letras do Brasil-Mariana-MG apresenta: ÂNGELA TOGEIRO
ACADEMIA DE LETRAS DO BRASIL-MARIANA-MG APRESENTA: ÂNGELA TOGEIRO
Cadeira n° 12 da Academia de Letras do Brasil – Mariana, cujo patrono é FRANCISCO SODERO , será ocupada pela poeta ÂNGELA TOGEIRO . Natural de Volta Redonda/RJ, radicada em Minas Gerais desde jovem, residiu em Rio Preto, Congonhas do Campo, Barroso, Conselheiro Lafaiete e hoje está em Belo Horizonte. Angela Togeiro é escritora, artista plástica, formada em Administração de Empresas, pela FACE/FUMEC – Belo Horizonte/MG, com os cursos de Pós-Graduação em Política Econômica e Finanças das Empresas e Pós-Graduação em Administração de Recursos Humanos, ambos pela FACE/FUMEC – Belo Horizonte/MG.
Como escritora, possui prêmios literários em prosa e verso em quase todos os estados do território brasileiro (e internacionais em Portugal, Espanha, Inglaterra, Itália, EUA, Canadá, México, Argentina, Chile, Uruguai.
É membro de diversas entidades culturais: Academia Municipalista de Letras de Minas Gerais, Academia Feminina Mineira de Letras, Academia de Ciências e Letras de Conselheiro Lafayette - Conselheiro Lafaiete/MG, Associação Profissional de Poetas no Estado do Rio de Janeiro/RJ, Membro Correspondente da Academia Cachoeirense de Letras, Grêmio Literário de Autores Novos - Volta Redonda/RJ, Sociedade de Cultura Latina do Brasil/Mogi das Cruzes/SP; Clube da Simpatia – Olhão/Portugal e Membro Efetivo do Instituto Brasileiro de Culturas Internacionais-MG em Belo Horizonte, Embaixadora Universal da Paz (Genebra - Suíça).
Como escritora, possui prêmios literários em prosa e verso em quase todos os estados do território brasileiro (e internacionais em Portugal, Espanha, Inglaterra, Itália, EUA, Canadá, México, Argentina, Chile, Uruguai.
É membro de diversas entidades culturais: Academia Municipalista de Letras de Minas Gerais, Academia Feminina Mineira de Letras, Academia de Ciências e Letras de Conselheiro Lafayette - Conselheiro Lafaiete/MG, Associação Profissional de Poetas no Estado do Rio de Janeiro/RJ, Membro Correspondente da Academia Cachoeirense de Letras, Grêmio Literário de Autores Novos - Volta Redonda/RJ, Sociedade de Cultura Latina do Brasil/Mogi das Cruzes/SP; Clube da Simpatia – Olhão/Portugal e Membro Efetivo do Instituto Brasileiro de Culturas Internacionais-MG em Belo Horizonte, Embaixadora Universal da Paz (Genebra - Suíça).
•CONTATO URBANO – poesia
•PUDIM DE CLARAS COM BABA-DE-MOÇA – novela
•CAVALO ALADO – contos
•TREM MINEIRO – poemas para a garotada
•NA LUZ DOS TEUS OLHOS – poesia
•O COMPOSITOR – romance, Prêmio FUNDEC/Teresina/PI
•SOU MULHERES – poesia, Prêmio FUNDEC/Teresina PI
•O DENTE DE LEITE APRESENTA: O MOLAR FUGIU DO SONHO DA MENINA – teatro infantil, Prêmio Prefeitura de Manaus/AM
LIVROS:
CONTATO URBANO – poesia – premiado na Academia de Letras e Ciências de São Lourenço, e na Academia Municipalista de Letras de Minas Gerais, Prêmio “Poesia, prosa e arti figurative 2005”, da Academia Internazionale Il Convívio, Messina/ Itália, Premio Libro Straniero, Poesia in Língua Portughese; PUDIM DE CLARAS COM BABA-DE-MOÇA, romance, premiado na Academia Mineira de Letras e na Academia Municipalista de Letras de Minas Gerais; CAVALO ALADO – contos – premiado na Academia Mineira de Letras e na Academia Municipalista de Letras de Minas Gerais; TREM MINEIRO – poemas para a garotada, premiado na Academia Mineira de Letras, Academia Municipalista de Letras de Minas Gerais e na Academia Feminina Mineira de Letras; NA LUZ DOS TEUS OLHOS – poesia – premiado na Academia Feminina Mineira de Letras; SOU MULHERES – poesia; O COMPOSITOR – romance. Livros premiados com edição pela FUNDAC/PIAUÍ, lançados em janeiro de 2006, nas coletâneas POESIA II e ROMANCE II; O MOLAR FUGIU DO SONHO DA MENINA – teatro infantil – projeto educativo Prêmio Álvaro Braga, do Concurso Literário Cidade de Manaus – edição 2006, da Prefeitura Municipal de Manaus/AM. Lançado em dezembro de 2007, em Manaus/AM. Clube Dos Escritores De Ipatinga – Clesi – Ipatinga/MG – 2002. 1º lugar no 3º Concurso Nacional de Textos Teatrais Inéditos do Clesi – Clube dos Escritores de Ipatinga. Premio Internazionale de Teatro “Angelo Musco”, 2007 da Academia Internazionale Il Convívio, Messina/ Itália, Premio Libro Straniero, Teatro in Língua Portughese.
****
Haicais
Lágrima imatura,
quando me disseste adeus,
traiu meu orgulho.
*
Traça nas gavetas
extingue qualquer passado
roendo o inútil.
*
Cavalos selvagens
galopando contra o vento
suam liberdade.
Lágrima imatura,
quando me disseste adeus,
traiu meu orgulho.
*
Traça nas gavetas
extingue qualquer passado
roendo o inútil.
*
Cavalos selvagens
galopando contra o vento
suam liberdade.
***
MULHER
Sou mulher,
sou todas as mulheres:
sou Afrodite, Amélia, Angela, Eva, Diana, Joana,
Madalena, Maria, Raquel, Rita, Sara,
Salomé, Tereza, Vênus, Zênite...
Tenho na genética
a herança dos tempos,
que me dá todos os nomes,
que me tira todos os nomes,
quando me desdobro em outra mulher.
Nasci em todas as raças,
tenho todas as cores puras e miscigenadas.
Pratico todos os credos.
Nasci em todos os cantos deste planeta.
Vivi em todas as eras.
Registrei meus gritos em todos os rincões,
mesmo se expulsos da alma
no mais profundo silêncio.
Vim de todos os lugares,
nasci em berço de ouro, em choupana,
na rua, nas matas, hospitais, templos...
Fui vestida, fui enrolada,
despida, jogada.
Gerada num útero que me amou,
ou num que me recusou.
Pouco importa, se rica ou pobre,
se esculpida no Belo ou no Feio,
preciso cumprir meu destino,
meu destino de Mulher.
MULHER
Sou mulher,
sou todas as mulheres:
sou Afrodite, Amélia, Angela, Eva, Diana, Joana,
Madalena, Maria, Raquel, Rita, Sara,
Salomé, Tereza, Vênus, Zênite...
Tenho na genética
a herança dos tempos,
que me dá todos os nomes,
que me tira todos os nomes,
quando me desdobro em outra mulher.
Nasci em todas as raças,
tenho todas as cores puras e miscigenadas.
Pratico todos os credos.
Nasci em todos os cantos deste planeta.
Vivi em todas as eras.
Registrei meus gritos em todos os rincões,
mesmo se expulsos da alma
no mais profundo silêncio.
Vim de todos os lugares,
nasci em berço de ouro, em choupana,
na rua, nas matas, hospitais, templos...
Fui vestida, fui enrolada,
despida, jogada.
Gerada num útero que me amou,
ou num que me recusou.
Pouco importa, se rica ou pobre,
se esculpida no Belo ou no Feio,
preciso cumprir meu destino,
meu destino de Mulher.
***
Se me quisesse
Queria ser uma estrela do mar
Berço onde a sonhar você adormece
Ondas de espumas para lhe acalmar
Se, longe de mim, o dia escurece.
Queria ser um pássaro e cantar
Uma canção ao dia que amanhece
Ser um som suave para lhe acordar
Ser-lhe da vida o que lhe contentasse.
Queria ser tecelã e me haver
Na malha em que seu corpo se vestisse;
Ser-lhe a alimentação que vai comer.
Queria ser metade que pudesse
(paixão embalando um sonho de ser)
Ser seu todo imortal... se me quisesse.
Se me quisesse
Queria ser uma estrela do mar
Berço onde a sonhar você adormece
Ondas de espumas para lhe acalmar
Se, longe de mim, o dia escurece.
Queria ser um pássaro e cantar
Uma canção ao dia que amanhece
Ser um som suave para lhe acordar
Ser-lhe da vida o que lhe contentasse.
Queria ser tecelã e me haver
Na malha em que seu corpo se vestisse;
Ser-lhe a alimentação que vai comer.
Queria ser metade que pudesse
(paixão embalando um sonho de ser)
Ser seu todo imortal... se me quisesse.
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Crônica de Ângela Togeiro - Belo Horizonte- Fonte: Recanto das Letras
Maria José Togeiro Galvão (tia Santa)
Minha mãe já dizia de três coisas que não se discute:
Política
Moral do próximo
Religião.
Com o tempo descobri que ela estava (sempre) certa.
São facas de dois ou mais gumes.
Religião, existem muitas religiões. Cada povo tem a sua, alicerçada na sua cultura. Qual a melhor? No meu entender, não há. Será de acordo como vivemos nossa opção religiosa. Cada um tem seu pensar a respeito e eu respeito o de cada um.
Moral... É aquele ditado: ‘senta no rabo para falar dos outros’.
Política. Desta todos entendemos. Todos somos gurus. E eu não escapo dessa. Teço minhas teorias, exponho soluções também.
Soluções feitas de palavras enchem o mundo. Mas nos meios de comunicação – rádio, televisão, internet, os apelos e as reportagens são para a violência contra o povo. O ser cidadão pleno tem direito assegurado na constituição, nas cartilhas dos direitos humanos, falado em todos os cantos do planeta. E no real nem todos têm onde morar, o que vestir e, o pior, o que comer. Claro que, empobrecer os que têm para dar aos que são miseráveis por falta de opção, não é solução. Excluindo aqui a corrupção, o enriquecimento ilegal, tráfico e tráfego, todo qüiproquó em torno do alheio etc. Solução é justiça social.
Falar de justiça social é algo que transcende o bom senso coletivo, é preciso vir do individual. Temos de mudar cada um no seu modo de ser. Só assim seremos exemplos para os que dirigem os países, os que orquestram nos grandes bancos a economia dos países, o destino do mundo. É a esta conclusão que cheguei. Coisa difícil, porque o lucro está acima do ser humano.
Comecei falar de política e já estou me perdendo. Eu queria mesmo não era falar dessa política, e sim falar das políticas que cercam o ser humano do individual para chegar ao coletivo, de ser único para ser povo, nação. Isto porque ao nascermos somos registrados, só assim existimos e podemos reclamar direitos. Quando nos casamos é costume assentar no cartório de registro de nascimento que nos casamos. Os proclamas evitam as bigamias, que ocorrem, todavia, legal ou ilegalmente. Quando morremos para sermos enterrados precisamos de um atestado de óbito e levá-lo ao cartório. A notícia corre. Mal passou o velório, sobretudo nos interiores, as aposentadorias de quem as têm são imediatamente interrompidas. Até os bancos ficam sabendo. Damos baixa no CPF para evitar que espertinhos façam um morto de laranja para negócios escusos. No entanto, devia haver uma política que assentasse o óbito no cartório onde se registrou o nascimento. E interligasse as informações aos TREs do país. Ah, sim porque essa política é importante para cortar ou manter vivos os eleitores.
A política é que depois dos 70 o voto é facultativo. Mas e depois dos cem? É... E depois dos 100 anos?
Aconteceu com minha tia de 102 anos, que mora na cidade de Cruzeiro/SP. Foi votar e já não estava nas listagens.
Neste tempo em que a política dos EUA tapa a nossa com sua rica eleição para presidente e que a sua política econômica falida se esparrama sobre a gente, quando só lhes parece ter dinheiro para manter guerras, detalhes de nossa vida nos passam despercebidos.
Assim, enquanto vamo-nos sufocando com políticas inúteis dentro da política, quimeras de serem mais importantes, minha tia momentaneamente deixou de existir nos cartórios eleitorais. Nem teve importância. Parecia um fato corriqueiro sem maiores conseqüências. Bem viva, teve a sorte de um fotógrafo, cuja política não é dormir no ponto, estar lá justamente no momento certo para registrar o acontecimento.
Tia Santa, nascida Maria José Togeiro, graças a ele está redimida aos própiros olhos e aos do mundo, prova concreta de existir sem se entender adiantadamente morta. Felizmente não precisou provar que está viva, como muita pessoa precisa fazer. Conheço uma assim. Morta-viva.
Além do mais em Cruzeiro quando uma pessoa morre ainda é costume passar um carro anunciando pelas ruas da cidade, dando os dados e o horário do sepultamento. E para ela não passou. Ah, Renan Odorizzi é o fotógrafo-jornalista, de Cruzeiro, a quem agradeço ter liberado a foto para o blog dos Sodero Togeiro. Seu trabalho pode ser visto no endereço http://www.flickr.com/photos/renanodorizi/2928646310/#DiscussPhoto, bem como a foto da minha tia. Afinal, o mundo é sua testemunha. Ela é um exemplo de que, mesmo estando nossa política em contínua tentativa de reconstrução, a sua política é estar atenta na escolha do mais adequado.
E eu contínuo concordando com minha mãe. Com tanto palpite, inclusive os meus, Política também não se discute, sobretudo quando há tanto partido, tanto candidato, tanta necessidade básica (moradia, salário, saúde, educação, lazer...) indeferida e agora, culpando a crise econômica mundial, a política da política será mantê-la mais uma vez protelada.Por isso, acredito que a esperança sustenta o futuro do mundo. A esperança e pessoas como tia Santa que constroem e esperaçam o futuro.
É isso aí, de olho vivo, bem viva, Tia Santa!
Angela Togeiro
Publicado no Recanto das Letras em 04/12/2008Código do texto: T1317831
Angela Togeiro
Publicado no Recanto das Letras em 04/12/2008Código do texto: T1317831
sexta-feira, 22 de maio de 2009
MÃE AFEMIL 2009 E PALESTRA NA ACADEMIA MINEIRA DE LETRAS
Presidente Emérita, Piló e Conceição
Ângela Togeiro lê ata de reunião
Andréia Donadon Leal e Manoel Hygino
Manoel Hygino com poetas do Jornal Aldrava
Convidados e Membros da Academia Mineira de Letras
Elizabeth Rennó e Roque Camello
Andréia, Conceição e Luiz Abritta
Andréia, Marilza entregam diploma a Conceição Parreiras Abritta
Marilza lê diploma a Conceição
Filhos de Conceição Parreiras Abritta
Andréia homenageia Conceição Parreiras Abritta
Clevane Pessoa homenageia Conceição
Convidados e acadêmicas - reunião AFEMIL - Mãe 2009
Conceição Piló passa o cargo de Mãe Afemil a Conceição Parreiras Abritta
Composição da mesa.MÃE AFEMIL 2009 E PALESTRA NA ACADEMIA MINEIRA DE LETRAS
Em um clima de confraternização e louvor à imagem da Mãe 2009, a Academia Feminina Mineira de Letras, realizou a reunião festiva no dia 21 de maio de 2009. Conceição Piló passou o cargo de Mãe AFEMIL-2008, a Conceição Parreiras Abritta, declamando magistralmente poemas e falando sobre a vida literária da homenageada do ano de 2009. Depois outras acadêmicas leram poemas e falaram sobre a importância da Conceição Parreiras Abritta na cenário literário mineiro e seu amor incondicional como mãe, mulher e amiga. Conceição Parreiras Abritta também recebeu da Governadora do Instituto Brasileiro de Culturas Internacionais de MG, Andréia Donadon Leal, a Medalha de Ouro e Diploma de Honra ao Mérito - Mulher de Minas 2009. O evento contou com a presença ilustre dos seus filhos, noras e esposo, Dr. Luiz Carlos Abritta, Membros da Academia Municipalista Mineira de Letras, Membros da Academia Mineira de Letras, poetas do Jornal Aldrava Cultural: Gabriel Bicalho, Dr. J.B. Donadon-Leal, J.S.Ferreira e a Presidente do InBrasCI, Rio de Janeiro, Dra. Marilza de Castro e Secretária-Geral da Academia Brasileira de Trovas-RJ, Vanise Buarque.
Após a solenidade, os convidados foram assistir a palestra do professor Roque Camêllo na sede da Academia Mineira de Letras. Ainda na AML, o grande escritor e colunista do Jornal Hoje em Dia, Manoel Hygino, lançou o livro “VARGAS – De São Borja – a São Borja”- volume que contém anotações colhidas sobre um personagem muito importante no cenário político brasileiro. Segundo o escritor, a obra é dedicada aos que acreditam na democracia e no homem; e muito especialmente aos que o ajudaram na consumação de seus projetos. Homenagem à Academia Mineira de Letras, centenária, Associação Nacional dos Escritores, cinqüentenária em 2010 Academia Montesclarense de Letras; Academia de Letras, Ciências e Artes do São Francisco e a todos os que contribuem para dar ao cidadão a verdadeira imagem deste país.
Homenagem do INBRASCI-MG a Conceição Parreiras Abritta
Andréia Donadon Leal
Andréia Donadon Leal
MULHER DE MINAS 2009 PELO INSTITUTO BRASILEIRO DE CULTURAS INTERNACIONAIS-MG
Uma TROVA DO LIVRO ROSAS:
Soltei o teu nome ao vento...
E o vento, só por maldade,
repete a todo momento
o nome desta saudade.
Soltei o teu nome ao vento...
E o vento, só por maldade,
repete a todo momento
o nome desta saudade.
Em Gênesis, a mulher é a companheira adequada do homem, complementa o sentido de ser homem; feita por Deus, tirada da costela do homem. O tórax é a sede das emoções humanas. Temos aí, um sentido de ser Mulher. A mulher equilibra, domina melhor as emoções humanas, contorna situações de modo indireto, é mais afetiva, é ternura, suporta mais fácil as dores e as frustrações do dia a dia. A mulher é escolhida por Deus para ser ternura, para ser o oásis da família. É conciliadora e consoladora.
A mulher tem inteligência emocional intuitiva, uma visão de mundo subjetiva, rica de detalhes, solícita para perceber e intervir nas situações, fazendo acontecer às coisas, dando um jeitinho feminino e entrando pela via do coração que conhece razões que a própria Razão desconhece ... Esse é o pensamento 277, de Blaise Pascal (1623-1662), filósofo, matemático e físico francês, que criou uma das afirmações mais pronunciadas pela humanidade nos séculos posteriores. Frase de sua doutrina filosófica: o raciocínio lógico e a emoção. AOS PÉS DA CRUZ - Música de Marino Pinto – Zé da Zilda- interpretada por João Gilberto.(grandes intérpretes da BOSSA NOVA)
Ser Mulher, ser feminina por opção pessoal, é uma necessidade para a identidade psicológica da Mulher, e como tal, adquire um modo próprio de ver a vida, de sentir a vida e de escolher prioridades, parceiros adequados, profissões, missões existenciais de vida coerentes com o sentido de seu jeito de ser, de existir.
Conceição Parreiras Abritta nasceu em Crucilândia, MG, reside em Belo Horizonte. Formada em Magistério, Letras, Canto Orfeônico e Literatura Infantil. É acadêmica efetivas nas Academias Municipalista de Letras de Minas Gerais, Academia Feminina Mineira de Letras, no Instituto Histórico e Geográfico de MG e na União Brasileira dos Trovadores – seção de Belo Horizonte, onde foi Presidente eleita, durante três biênios seguidos. Hoje é Presidente Emérita da UBT – BH e ocupa cargo nas Diretorias de todas as entidades. Publicou dez livros, entre contos, poemas e um romance. Seu nome consta em várias importantes Enciclopédias de Literatura e Dicionários de Escritores. Possui muitas premiações literárias.
Conceição Parreiras Abritta também contribui mensalmente com a publicação de Trovas no Jornal Aldrava Cultural, enriquecendo as edições ininterruptas da Primaz de Minas – cidade de Mariana. Além de ter um relevante trabalho cultural no estado de Minas Gerais e no país, Conceição representa uma mulher de garra, de fibra, de coragem, no amor à literatura, a arte e a família.
Um inverno caiu na alma da poeta que na penumbra do seu posto, estática, observa a natureza. A brisa soprando frio em seu destino, levantando a poeira do seu nada. Coração cortado, sangue fluido. E o inverno chega para Conceição, batendo forte, brotando de todos os lados e se misturando ao orvalho. Desce dos píncaros dos morros, cobre as relvas das encostas. A aurora vai chegando de mansinho para Conceição... A geada prestes a chegar, segue em outra direção. A neblina some, a bruma se desfaz, o vento pára de soprar e o Astro-rei mostra sua força no inverno de Conceição. É outro dia... um novo amanhecer.
No inverno de Conceição, o brilho do sol aquece sua imaginação, apagando as intempéries do viver. (Fragmento do poema publicado na Antologia Mulheres Emergentes – edição 18-2008- organização: Tânia Diniz)
Descobrir a vida, a missão existencial de ser Mulher no mundo de hoje... O sentido de ser namorada, de ser esposa, de ser mãe, de ser profissional... O sentido da vida! Essa é Conceição Parreiras Abritta, a MULHER DE MINAS – 2009.
A mulher tem inteligência emocional intuitiva, uma visão de mundo subjetiva, rica de detalhes, solícita para perceber e intervir nas situações, fazendo acontecer às coisas, dando um jeitinho feminino e entrando pela via do coração que conhece razões que a própria Razão desconhece ... Esse é o pensamento 277, de Blaise Pascal (1623-1662), filósofo, matemático e físico francês, que criou uma das afirmações mais pronunciadas pela humanidade nos séculos posteriores. Frase de sua doutrina filosófica: o raciocínio lógico e a emoção. AOS PÉS DA CRUZ - Música de Marino Pinto – Zé da Zilda- interpretada por João Gilberto.(grandes intérpretes da BOSSA NOVA)
Ser Mulher, ser feminina por opção pessoal, é uma necessidade para a identidade psicológica da Mulher, e como tal, adquire um modo próprio de ver a vida, de sentir a vida e de escolher prioridades, parceiros adequados, profissões, missões existenciais de vida coerentes com o sentido de seu jeito de ser, de existir.
Conceição Parreiras Abritta nasceu em Crucilândia, MG, reside em Belo Horizonte. Formada em Magistério, Letras, Canto Orfeônico e Literatura Infantil. É acadêmica efetivas nas Academias Municipalista de Letras de Minas Gerais, Academia Feminina Mineira de Letras, no Instituto Histórico e Geográfico de MG e na União Brasileira dos Trovadores – seção de Belo Horizonte, onde foi Presidente eleita, durante três biênios seguidos. Hoje é Presidente Emérita da UBT – BH e ocupa cargo nas Diretorias de todas as entidades. Publicou dez livros, entre contos, poemas e um romance. Seu nome consta em várias importantes Enciclopédias de Literatura e Dicionários de Escritores. Possui muitas premiações literárias.
Conceição Parreiras Abritta também contribui mensalmente com a publicação de Trovas no Jornal Aldrava Cultural, enriquecendo as edições ininterruptas da Primaz de Minas – cidade de Mariana. Além de ter um relevante trabalho cultural no estado de Minas Gerais e no país, Conceição representa uma mulher de garra, de fibra, de coragem, no amor à literatura, a arte e a família.
Um inverno caiu na alma da poeta que na penumbra do seu posto, estática, observa a natureza. A brisa soprando frio em seu destino, levantando a poeira do seu nada. Coração cortado, sangue fluido. E o inverno chega para Conceição, batendo forte, brotando de todos os lados e se misturando ao orvalho. Desce dos píncaros dos morros, cobre as relvas das encostas. A aurora vai chegando de mansinho para Conceição... A geada prestes a chegar, segue em outra direção. A neblina some, a bruma se desfaz, o vento pára de soprar e o Astro-rei mostra sua força no inverno de Conceição. É outro dia... um novo amanhecer.
No inverno de Conceição, o brilho do sol aquece sua imaginação, apagando as intempéries do viver. (Fragmento do poema publicado na Antologia Mulheres Emergentes – edição 18-2008- organização: Tânia Diniz)
Descobrir a vida, a missão existencial de ser Mulher no mundo de hoje... O sentido de ser namorada, de ser esposa, de ser mãe, de ser profissional... O sentido da vida! Essa é Conceição Parreiras Abritta, a MULHER DE MINAS – 2009.
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